Crescimento da produção de plástico é um fenômeno global que não mostra sinais de desaceleração. Desde a pandemia, a demanda por embalagens, equipamentos médicos, componentes automotivos e itens de construção civil disparou. O plástico, por ser leve, barato, durável e versátil, substituiu metais, madeira e vidro em inúmeras aplicações. A indústria plástica cresce a taxas de 4% a 6% ao ano no Brasil.
Neste artigo, você conhecerá nove razões práticas para esse crescimento. A seguir, mostramos por que o crescimento da produção de plástico é uma tendência irreversível.
Confira 9 razões para o crescimento da produção de plástico em diversos setores
1. Substituição de metais na indústria automotiva
A primeira razão para o crescimento da produção de plástico é a substituição de peças metálicas por plástico nos veículos. Carros modernos têm até 50% de componentes plásticos (para-choques, painéis, dutos, reservatórios). O plástico reduz o peso do veículo, diminuindo o consumo de combustível e as emissões.
Equipamentos como a injetora de plástico são essenciais para atender à demanda crescente por produtos. Cada quilo de plástico substitui de 2 a 3 quilos de metal. Esse crescimento da produção de plástico é impulsionado por leis ambientais que exigem carros mais eficientes.
2. Expansão do delivery e food service
A pandemia acelerou o delivery de comida. Cada pedido de aplicativo vem em embalagem plástica (potes, sacolas, talheres, copos). O crescimento da produção de plástico nesse setor foi de 30% em dois anos. Restaurantes e cozinhas industriais consomem toneladas de embalagens plásticas por mês.
Mesmo com a pressão por materiais biodegradáveis, o plástico tradicional ainda domina. O crescimento da produção de plástico no food service deve continuar enquanto o delivery for hábito consolidado.
3. Demanda por equipamentos médicos descartáveis
Seringas, luvas, tubos, bolsas de soro e máscaras cirúrgicas são feitos de plástico. A pandemia mostrou a importância desses itens e acelerou o crescimento da produção de plástico no setor médico. Hospitais e laboratórios usam plástico por ser estéril, barato e descartável.
O envelhecimento da população aumenta a demanda por saúde. Esse crescimento da produção de plástico é estrutural, não apenas conjuntural, e deve continuar nas próximas décadas.
4. Construção civil (tubos, perfis, isolantes)
Tubos de PVC substituíram os de ferro e cerâmica. Perfis de plástico (pvc, poliestireno) são usados em esquadrias, forros e isolamentos térmicos. O crescimento da produção de plástico na construção civil se deve ao baixo custo, à resistência à corrosão e à facilidade de instalação.
Um tubo de plástico pesa 1/5 de um tubo de ferro. O crescimento da produção de plástico nesse setor acompanha o mercado imobiliário, mas também a reposição de redes antigas de água e esgoto.
5. Eletroeletrônicos (carcaças e componentes)
Televisores, computadores, geladeiras, aspiradores e ferramentas elétricas têm carcaças de plástico. O crescimento da produção de plástico no setor eletroeletrônico é puxado pela obsolescência programada e pelo aumento do consumo de eletrônicos nos países emergentes.
O plástico permite design arrojado e isolamento elétrico. Esse crescimento da produção de plástico é sustentado pela troca frequente de celulares e eletrodomésticos, que têm vida útil cada vez mais curta.
6. Embalagens de alimentos e bebidas
Garrafas PET, bandejas de isopor, potes de margarina, tampas e lacres. O crescimento da produção de plástico em embalagens é o maior de todos, respondendo por cerca de 40% de todo o plástico produzido. A conveniência (leve, inquebrável, selável) supera as preocupações ambientais para a maioria dos consumidores.
O mercado de supermercados é o grande motor. O crescimento da produção de plástico em embalagens segue o aumento populacional e a mudança de hábitos (alimentos prontos, porções individuais).
7. Agricultura (filmes, tubos, vasos)
Estufas, filmes de cobertura de solo, tubos de irrigação, vasos de mudas. O crescimento da produção de plástico na agricultura (chamado de “plástico agrícola”) cresce porque aumenta a produtividade por hectare. O plástico retém umidade, controla temperatura e reduz o uso de herbicidas.
A agricultura de precisão usa mais plástico. Esse crescimento da produção de plástico é forte no agronegócio brasileiro, que busca eficiência e safras fora de época.
8. Tecnologias de reciclagem que barateiam o material
O plástico reciclado é mais barato que o virgem. Novas tecnologias de reciclagem (química e mecânica) aumentam a oferta de matéria-prima reciclada de qualidade. O crescimento da produção de plástico agora inclui plástico reciclado pós-consumo, que custa 30% a menos.
Marcas que usam reciclado ganham selo verde. Esse crescimento da produção de plástico circular atende à demanda por sustentabilidade sem depender apenas de petróleo virgem.
9. Impressoras 3D e prototipagem rápida
Por fim, a manufatura aditiva (impressão 3D) usa filamentos plásticos (PLA, ABS, PETG). O crescimento da produção de plástico para impressão 3D é explosivo, crescendo 20% ao ano. Pequenas empresas e até amadores imprimem peças sob medida, desde protótipos até produtos finais.
O plástico é o material mais fácil de imprimir. O crescimento da produção de plástico nesse nicho ainda é pequeno em volume, mas é o que mais cresce em percentual, democratizando a manufatura.
